CIBER-SEGURANÇA INTEGRADA
Proteção Total para Dados LGPD
Combine DPO‑as‑a‑Service e GRC com a nossa camada de segurança para reduzir riscos, atender à LGPD e manter a continuidade do negócio.
Certificação SOC2 Type 2
Certificação ISO 27701
Certificação jurídica
Cibersegurança:
Uma Necessidade, Não um Luxo
Em um mundo digital interconectado, a cibersegurança deixou de ser um mero custo operacional para se tornar um investimento essencial. Proteger seus dados e sistemas é fundamental para a sobrevivência e crescimento do seu negócio.
Custos Exorbitantes
Ciberataques como ransomware, phishing e vazamento de dados podem causar prejuízos milionários e danos irreparáveis à reputação de sua empresa, afetando a confiança de clientes e parceiros.
Risco Imparável
Dados recentes mostram que 70% das Pequenas e Médias Empresas (PMEs) sofrem um incidente de segurança grave a cada dois anos. Nenhuma organização está imune.
Proteção e Confiança
A proteção proativa diminui significativamente os custos de remediação pós-ataque e garante a confiança dos consumidores. Invista em segurança para assegurar a continuidade do seu negócio.
Cybersecurity :  o que é e como funciona
Imagine que o seu computador ou celular seja uma casa.
Há décadas, o “antivírus” era como um cão de guarda que ficava na porta e latia sempre que alguém tentasse entrar com um ladrão conhecido (um vírus já catalogado). Hoje, a “casa” tem muito mais portas, janelas e até aparelhos conectados (smart‑TV, impressoras, sensores). Por isso a segurança evoluiu para várias camadas, cada uma cuidando de um ponto diferente da casa.
Abaixo estão os níveis principais de proteção moderna, explicados com analogias do dia‑a‑dia.
VER TUDO SOB COMO FUNCIONA
1️⃣ Perímetro – a cerca e o portão da casa
O que protege: tráfego que vem da internet (sites, e‑mails, downloads).
Ferramentas modernas: firewalls, gateways de segurança, filtragem de DNS.
Analogia: uma cerca alta com um portão eletrônico que só abre para quem tem convite válido. Ele impede que estranhos entrem sem ser checados.
2️⃣ Entrada – o porteiro que verifica documentos
O que protege: usuários que fazem login nos sistemas (senhas, tokens).
Ferramentas modernas: autenticação multifator (MFA), gestão de identidade (IAM).
Analogia: o porteiro pede duas provas de identidade – a carteira (senha) e um código enviado ao celular (token). Mesmo que alguém descubra sua senha, ainda precisa do segundo fator.
3️⃣ Interior – o alarme interno e as câmeras
O que protege: o que acontece dentro da rede (processos, arquivos, movimentação de dados).
Ferramentas modernas: EDR (Endpoint Detection & Response), monitoramento de comportamento, DLP (Data Loss Prevention).
Analogia: sensores de movimento e câmeras que registram tudo que acontece nos cômodos. Se alguém começar a abrir gavetas que nunca deveriam ser tocadas, o alarme dispara.
4️⃣ Visibilidade e Correlação – a central de monitoramento
O que protege: a capacidade de juntar informações de vários sensores e detectar padrões suspeitos.
Ferramentas modernas: SIEM (Security Information & Event Management), SOAR (Security Orchestration, Automation & Response).
Analogia: uma sala de controle onde todos os alarmes da casa são exibidos em um painel. O operador vê, por exemplo, que a porta da frente foi aberta ao mesmo tempo que a janela da cozinha recebeu um sinal estranho – algo que sozinho poderia passar despercebido.
5️⃣ Resposta – a equipe de emergência que chega rapidamente
O que protege: a ação rápida quando um incidente é detectado.
Ferramentas modernas: playbooks automatizados, isolamento de endpoints, forense digital.
Analogia: quando o alarme dispara, a polícia (ou a equipe de segurança da casa) é acionada imediatamente, tranca a porta onde o intruso está e coleta provas para evitar que ele volte.
6️⃣ Recuperação – consertar os danos e voltar ao normal
O que protege: a capacidade de restaurar sistemas e dados após um ataque.
Ferramentas modernas: backups seguros, planos de continuidade de negócios (BCP), testes de restauração.
Analogia: depois que o ladrão foi preso, você repara a porta arrombada e substitui os objetos roubados, garantindo que a casa fique novamente segura.
Como tudo isso se conecta?
  1. Camada de perímetro impede a maioria dos ataques externos.
  1. MFA e IAM garantem que apenas pessoas autorizadas entrem.
  1. EDR/DLP monitoram o que acontece dentro, detectando comportamentos anômalos.
  1. SIEM/SOAR juntam os sinais e acionam respostas automáticas.
  1. Playbooks isolam o problema em minutos, evitando que ele se espalhe.
  1. Backups permitem que, se algo for perdido, você recupere tudo rapidamente.
  1. DPO e auditorias mantêm a casa em conformidade com as leis e boas práticas.
Por que integrar com LGPD e DPO?
Conformidade Legal
A LGPD exige proteção de dados pessoais (Artigos 5, 6 e 32), demandando controles técnicos rigorosos para blindar informações sensíveis.
Segurança Direcionada
O DPO identifica dados sensíveis, permitindo que a camada de segurança aplique criptografia, tokenização e monitoramento precisos.
Auditorias Simplificadas
A integração gera relatórios de compliance automáticos, facilitando auditorias e prevenindo multas, garantindo sua tranquilidade.
Plataforma Única de Segurança de Dados
  • Gerenciamento de acesso (IAM)
  • Proteção de endpoints (EDR básico)
  • Backup e recuperação (Ransomware‑ready)
  • Treinamento de phishing

Como Funciona na Prática?
Nossa abordagem integrada de cibersegurança e conformidade LGPD/DPO segue um processo robusto para garantir a máxima proteção dos seus dados com softwares lideres de mercado, assistência técnica 24 h/7 d, tempo máximo de resposta a incidentes de 2 horas e atuação do DPO em até 6 horas. Veja como:
Descoberta Automática
Scanners identificam PII/PHI em bancos de dados, arquivos e aplicações SaaS para um inventário completo.
Classificação e Políticas
Dados são classificados por sensibilidade, e regras de criptografia ou tokenização são definidas pelo DPO.
Proteção em Tempo Real
Criptografia de campo, EDR/NGFW e monitoramento de comportamento ativo protegem continuamente contra ameaças.
Alertas e Resposta
Incidentes geram alertas no HubSpot por exemplo, com um workflow de resposta prioritário acionado em menos de uma hora.
Relatórios de Compliance
Evidências prontas para LGPD, GDPR e ISO 27001 são geradas e exportáveis em formatos PDF/JSON para auditorias.
Implantação das Normas ISO 27001 e ISO 27701
A conformidade com as normas ISO 27001 e ISO 27701 é a base para um sistema de gestão de segurança da informação (SGSI) e de privacidade da informação (SGPI) robusto. Nossa metodologia garante uma implantação eficiente, adaptada às suas necessidades específicas.
1
Avaliação e Planejamento
Análise detalhada da sua infraestrutura atual, identificação de gaps e definição de um plano de ação estratégico para a conformidade com as ISOs.
2
Implementação de Controles
Aplicação de medidas de segurança e privacidade, incluindo políticas, procedimentos, tecnologias e treinamentos, conforme os requisitos das normas.
3
Auditoria Interna e Otimização
Realização de auditorias internas para verificar a eficácia dos controles e identificar áreas para melhoria contínua, preparando sua empresa para a certificação.
Garanta que sua empresa não apenas cumpra as exigências regulatórias, mas também construa uma cultura de segurança e privacidade duradoura.
Um pouco do processo interno da BIS CRM DPOSaaS + SECaaS
  1. Certificações:
  • CompTIA Security+
  • ISO 27001 Lead Implementer
  • CISSP Associate
  1. Parcerias tecnológicas:
  • EDR – SentinelOne, CrowdStrike, Bitdefender GravityZone.
  • SIEM/SOC – Splunk Cloud, Sumo Logic, Elastic Cloud, ate serviços MSSP locais.
  • Treinamento de phishing – KnowBe4, Cofense.
  1. Laboratório interno (VMs, sandbox) para testar ferramentas e criar playbooks no seu sistema
FAQ
O que a LGPD exige em termos de segurança dos dados?
A LGPD determina que o controlador adote medidas técnicas e administrativas aptas a proteger os dados pessoais contra acesso não autorizado, vazamento, alteração ou destruição. Isso inclui criptografia, controle de acesso, monitoramento de incidentes e planos de resposta a incidentes.
Como a proteção de endpoints ajuda a cumprir a LGPD?
Endpoints (laptops, smartphones, tablets…) são pontos de entrada frequentes para ataques. Soluções de Endpoint Security (antivírus, controle de aplicativos e políticas de criptografia) impedem que agentes maliciosos acessem ou exfiltre dados pessoais armazenados nesses dispositivos, atendendo ao requisito de “integridade e confidencialidade” da LGPD.
O que é EDR e por que devo ter um?
EDR (Endpoint Detection & Response) monitora continuamente processos, conexões de rede e alterações de sistema nos endpoints, detectando comportamentos suspeitos e permitindo isolamento imediato. Ele reduz o MTTD/MTTR (tempo médio de detecção e resposta), limitando o impacto de incidentes que poderiam expor dados pessoais.
Qual a diferença entre MFA e autenticação simples?
A autenticação tradicional usa apenas algo que o usuário sabe (senha). MFA (Multi‑Factor Authentication) adiciona ao menos mais um fator – algo que o usuário tem (token, app autenticador) ou algo que ele é (biometria). Mesmo que a senha seja comprometida, o atacante ainda precisará do segundo fator, tornando o acesso muito mais seguro.
Como o IAM contribui para a conformidade com a LGPD?
O IAM (Identity and Access Management) controla quem pode acessar quais dados e quando. Ele garante o princípio do menor privilégio, registra todas as tentativas de acesso (log de auditoria) e facilita a revogação de permissões quando um colaborador deixa a empresa – requisitos essenciais da LGPD para rastreabilidade e controle de acesso.
Preciso criptografar todos os meus dados para estar em conformidade?
Não necessariamente todos, mas a LGPD recomenda criptografar dados pessoais sensíveis (ex.: números de documentos, informações financeiras, saúde). A criptografia deve ser aplicada tanto em repouso quanto em trânsito, e as chaves de criptografia precisam ser gerenciadas de forma segura (KMS/HSM).
O que é um plano de resposta a incidentes (IR) e por que ele é obrigatório?
Um plano de IR descreve procedimentos claros para detectar, conter, erradicar e recuperar de um incidente de segurança. A LGPD impõe a obrigação de notificar a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e os titulares em caso de violação que possa acarretar risco ou dano aos titulares. Ter um plano bem definido garante rapidez na comunicação e minimiza sanções.
Como a proteção de dados em “cloud & big data” se encaixa na LGPD?
Ao armazenar dados em nuvem ou em ambientes de big data, o controlador continua responsável pela proteção. É preciso firmar contratos (CDAs/SLAs) que garantam que o provedor aplique criptografia, controle de acesso, logs de auditoria e que esteja em conformidade com a LGPD. Ferramentas de Data Discovery ajudam a identificar quais dados pessoais estão na nuvem.
O que são “dados anonimizados” e como eles ajudam na LGPD?
Dados anonimizados são aqueles que não podem ser associados a um titular, nem mesmo por meios razoáveis. Quando os dados são anonimizados corretamente, eles deixam de ser considerados “dados pessoais” pela LGPD, permitindo seu uso para analytics, IA/ML ou compartilhamento externo sem necessidade de consentimento.
Como posso demonstrar à ANPD que estou cumprindo a LGPD?
Mantenha evidências documentadas:
  • Políticas de segurança (endpoint, IAM, MFA).
  • Relatórios de varredura e classificação de dados.
  • Logs de auditoria de acesso e incidentes.
  • Plano de resposta a incidentes testado periodicamente.
  • Contratos com terceiros que incluam cláusulas de proteção de dados.
    Esses artefatos podem ser apresentados em auditorias ou solicitações da ANPD como prova de conformidade.
Que significa Endpoint Security ?
Endpoint security (segurança de endpoints) é o conjunto de tecnologias, processos e políticas projetados para proteger os dispositivos finais que se conectam a uma rede — como laptops, desktops, smartphones, tablets, servidores, impressoras e até dispositivos IoT.
Principais funções
  1. Prevenção de malware – antivírus, antimalware e proteção contra ransomware que bloqueiam arquivos ou scripts maliciosos antes da execução.
  1. Controle de aplicação – whitelist/blacklist de softwares, sandboxing e restrição de execução de código não autorizado.
  1. Gerenciamento de vulnerabilidades – varredura de patches, atualização automática e correção de falhas conhecidas.
  1. Detecção e resposta (EDR – Endpoint Detection & Response) – coleta contínua de telemetria (processos, conexões de rede, alterações de registro), análise comportamental e geração de alertas; permite investigação e contenção rápida de incidentes.
  1. Criptografia e controle de dados – encriptação de disco, proteção de arquivos sensíveis e prevenção de exfiltração de dados.
  1. Políticas de acesso – autenticação multifator (MFA), gerenciamento de identidade (IAM) e controle de privilégios de administrador.
  1. Visibilidade centralizada – consoles de gerenciamento (por exemplo, consoles de EDR ou soluções de Unified Endpoint Management) que permitem monitorar, aplicar políticas e gerar relatórios de conformidade.
Por que é crucial?
  • Superfície de ataque: Cada dispositivo conectado representa um ponto de entrada potencial para hackers.
  • Trabalho remoto e BYOD: A proliferação de dispositivos fora do perímetro tradicional aumenta a necessidade de proteção individualizada.
  • Compliance: Regulamentações como LGPD, GDPR, ISO 27001 exigem controles de segurança nos pontos onde os dados são processados ou armazenados.
  • Ransomware: A maioria dos ataques começa em um endpoint vulnerável; a detecção precoce pode impedir a propagação.
Em resumo, a segurança de endpoints protege o “último elo” da cadeia de defesa, garantindo que os dispositivos que realmente manipulam dados e executam tarefas críticas estejam continuamente monitorados, atualizados e capazes de resistir a ameaças avançadas.
Que é EDR ?
EDR – Endpoint Detection & Response (Detecção e Resposta em Endpoints)
É uma solução de segurança avançada que vai além do antivírus tradicional. Enquanto o antivírus tenta bloquear antes da execução, o EDR monitora, registra e analisa continuamente o que acontece dentro de cada endpoint (computador, laptop, smartphone, servidor, etc.) e, quando detecta comportamento suspeito, permite investigar e conter a ameaça em tempo real.
Como funciona
  1. Coleta de telemetria – captura de processos, chamadas de rede, alterações de registro, uso de arquivos, eventos de login, etc.
  1. Normalização e correlação – os dados são enviados para um backend (cloud ou on‑prem) onde são normalizados e comparados a milhares de indicadores de ataque (IOCs) e a modelos de comportamento.
  1. Detecção baseada em comportamento – usa análise heurística, aprendizado de máquina e regras de detecção para identificar atividades anômalas que não seriam reconhecidas por assinaturas estáticas.
  1. Alertas e investigação – gera alertas ricos em contexto (timeline, processos relacionados, usuários afetados) que podem ser analisados diretamente na console do EDR.
  1. Resposta automatizada – permite ações imediatas como isolamento da máquina da rede, bloqueio de processos, remoção de arquivos maliciosos ou execução de scripts de remediação.
Principais benefícios
  • Visibilidade total de todas as atividades nos endpoints, facilitando auditorias e investigações forenses.
  • Detecção precoce de ransomware, fileless malware, ataques de “living off the land” (uso de ferramentas legítimas) e movimentos laterais.
  • Resposta rápida (isolamento em segundos) que impede a propagação de ameaças.
  • Conformidade: fornece logs e relatórios necessários para LGPD, ISO 27001, NIST, etc.
  • Integração com SIEM, SOAR e plataformas de gerenciamento de vulnerabilidades, criando um ecossistema de segurança coordenado.
Quando considerar um EDR
  • Empresas que adotam trabalho remoto ou BYOD (Bring‑Your‑Own‑Device).
  • Organizações que precisam cumprir regulamentações de proteção de dados.
  • Ambientes onde o risco de ransomware ou ataques avançados é alto.
  • Times de segurança que desejam reduzir o tempo médio de detecção (MTTD) e de resposta (MTTR).
Em resumo, o EDR transforma cada endpoint em um sensor inteligente capaz de detectar, analisar e neutralizar ameaças sofisticadas, complementando outras camadas de defesa como firewalls, DLP e políticas de governança.
Que é MFA ?
MFA – Autenticação Multifator (Multi‑Factor Authentication)
É um método de verificação de identidade que exige dois ou mais fatores independentes antes de conceder acesso a um sistema, aplicativo ou recurso. Cada fator provém de uma categoria diferente:
Por que usar MFA?
  1. Reduz drasticamente o risco de comprometimento – Mesmo que a senha seja roubada, o atacante ainda precisa do segundo (ou terceiro) fator.
  1. Cumprimento de normas e regulamentos – LGPD, ISO 27001, NIST SP 800‑63B, PCI‑DSS, entre outros, recomendam ou exigem MFA para acesso a dados sensíveis.
  1. Proteção contra ataques de phishing e credential stuffing – Credenciais capturadas em massa são inúteis sem o fator adicional.
  1. Melhora a confiança dos usuários – Saber que a conta está protegida por mais de um elemento aumenta a percepção de segurança.
Boas práticas ao implementar MFA
  • Priorize contas críticas: administradores, acesso a ambientes de produção, dados pessoais (PII) e financeiros.
  • Use métodos resistentes a interceptação: evite exclusivamente SMS; prefira aplicativos autenticadores ou chaves hardware (U2F/FIDO2).
  • Permita fallback seguro: mecanismos de recuperação (ex.: códigos de backup) devem ser armazenados de forma criptografada e entregues por canal seguro.
  • Adote políticas de risco adaptativo: solicite MFA apenas quando houver sinais de comportamento anômalo (login de localização nova, dispositivo desconhecido).
  • Integre ao seu IdP (Identity Provider) – Azure AD, Okta, JumpCloud, Keycloak, etc., para gerenciamento centralizado e provisionamento automático.
Resumo
MFA combina algo que o usuário conhece, possui ou é, criando camadas adicionais de verificação que tornam muito mais difícil para invasores obter acesso não autorizado. É hoje um dos pilares fundamentais da estratégia de segurança de identidade e um requisito de compliance para a maioria das organizações que lidam com dados sensíveis.
Que significa IAM ?
IAM – Identity and Access Management (Gerenciamento de Identidade e Acesso)
É um conjunto de políticas, processos e tecnologias que controla quem são os usuários, o que eles podem fazer e quando podem fazer dentro de uma organização.
Principais componentes
Por que o IAM é crítico?
  1. Segurança – Reduz superfícies de ataque ao garantir que apenas identidades autorizadas acessem recursos sensíveis.
  1. Conformidade – Facilita o cumprimento de LGPD, GDPR, ISO 27001, NIST, PCI‑DSS, que exigem controle de acesso e auditoria.
  1. Eficiência Operacional – Automatiza o ciclo de vida de contas, diminuindo erros humanos e tempo gasto em tarefas manuais de TI.
  1. Experiência do Usuário – Oferece login único (SSO) e auto‑serviço, simplificando o acesso a múltiplas aplicações.
Fluxo típico de uso
  1. Onboarding – O RH cria o colaborador → o IAM provisiona a conta nas aplicações necessárias.
  1. Login – O usuário se autentica (senha + MFA).
  1. Autorização → O IAM verifica o role/policy e concede ou nega acesso ao recurso solicitado.
  1. Auditoria → Cada tentativa de acesso é registrada para relatórios de compliance.
  1. Offboarding → Quando o colaborador sai, o IAM revoga imediatamente todas as credenciais e acessos.
Em resumo, o IAM funciona como o guardião digital da organização, assegurando que a identidade correta tenha o acesso adequado ao momento correto, enquanto mantém rastreabilidade e conformidade.
© 2025, Todos os direitos reservados. BIS CRM DPOSaaS , desenvolvido por BIS CRM